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Esse experimentalismo institucional (para usar uma expressão do Mangabeira Unger) é a melhor alternativa para promover avanços em favor da participação popular democrática enquanto não são realizadas reformas mais amplas e profundas (como a reforma política por exemplo). Esses novos espaços e instrumentos de participação podem e devem ser o primeiro passo para um aprofundamento da democracia, da participação, e deveriam ainda ser encarados como os primeiros sinais de que o abismo existente hoje entre representantes e representados precisa ser, urgentemente, enfrentado. O curioso é que isso surja justamente na Câmara, uma das instituições mais arredias à participação popular hoje. Que essa semente brote, dê frutos e inculque nos nossos Deputados a ideia de que a representação hoje não se limita mais ao voto!

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Citizens working with lawmakers to make parliaments more open: a few examples from Brazil

on 11 June 2014

 
 
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